É uma técnica simples. Mediante a retirada de sangue da veia E SUA IMEDIATA APLICAÇÃO NO MÚSCULO, AUMENTA EM QUATRO VEZES O NÚMERO DE MACRÓFAGOS NO ORGANISMO. São os macrófagos QUE FAZEM A LIMPEZA DE TUDO, eliminando bactérias, vírus e câncer.

20
Fev 11

 

AUTO-HEMOTERAPIA Pelo Dr Luiz Moura

 

 
Entrevista com Dr. Luiz Moura

(resumo a partir da transcrição do vídeo que você pode acompanhar após o texto)
 

UM CASO DE ACNE


Anos atrás sempre fazia uma parada para fazer um lanche quando ia para Visconde de Mauá num posto de gasolina. E vi uma menina, um horror, ela era violeta, nunca tinha visto acne igual, até hoje. Coitada, pensei, tão novinha com certeza uma menina pobre, não tem recurso e está assim, (…) Mal eu sabia que essa menina era filha do dono dos postos Olá, o posto Embaixador e o posto Presidente, (…) E não era falta de dinheiro, ela tratava já há 2 anos sem resultados (…) Então, sem a mãe pedir nada, dei a receita da auto-hemoterapia (…) resultado, essa foi a receita mais cara que até hoje eu já prescrevi, porque durante um ano chegava lá no caixa, o dono do posto já tinha deixado a ordem de não receber dinheiro meu de jeito nenhum. (…) Ela se curou dessa acne terrível, ficou limpa completamente.

ICTIOSE


Não foi uma cura rápida. Ele levou mais ou menos 1 ano para a pele dele mudar completamente e deixar de parecer como se fosse escamas de peixe. A secura também da pele que era muito grande, dava aflição, ele sentia um prurido terrível e não podia se controlar. Ele era um auxiliar de enfermagem e isso prejudicava o contato dele com os pacientes. (…) Com esse tratamento da AH, ele foi gradualmente melhorando, eu dei também, vitamina E, remédios que atuavam na pele, vitamina A, mas o que realmente atuou foi a AH, (…) dei minerais também, porque a pele dele não tinha vitalidade nenhuma, uma pele ressecada, toda ela estriada e com aquelas relevos como se fosse escamas de peixe. Agora, é o único caso que eu tive de Ictiose. (…)

AIDS E UM CASO DE CURA


Têm muitos pacientes aidéticos que fazem a AH e estão se dando bem. Eles mantêm as taxas que chama-se CD4 em níveis razoáveis, agora como eles fazem uso também de outros medicamentos, eu não posso atribuir só a AH. Há uma melhora, o paciente vive bem, eu tenho paciente com muitos anos já vivendo com AIDS e vida normal (…) Como a AH só atua na parte imunológica e a doença é uma imunodeficiência adquirida, pode ser que a AH esteja dando uma contribuição nesta sobrevida de boa qualidade em alguns pacientes que eu trato. (…)


No caso do dentista que tratei, ele se contaminou com o vírus do HIV no consultório, ele não se protegia das feridas de aidéticos que ele tratava no consultório dele. E fez um exame e deu o HIV positivo, eu mandei que ele repetisse, porque sabia que ele não era promíscuo, vivia com a mesma mulher, (…) Então eu resolvi fazer a AH para ele, foram 2 semestres. E 6 meses depois fez o exame, e deu positivo de novo. Mas quando chegou no 3º exame, 6 meses depois, ele me telefonou, véspera de Natal dizendo que tinha uma grande notícia para me dar e a notícia era que tinha dado negativo. Então eu falei com ele que não festejasse já e repetisse o exame em outro laboratório; ele repetiu e deu negativo. Isso já se passaram uns 6 anos, nunca mais deu positivo. Está negativado até hoje.


Agora, se isso foi porque ele tinha uma saúde muito boa e a AH foi a força a mais do sistema imunológico que derrotou o vírus HIV e conseguiu acabar com ele, eu não sei dizer, foi um doente que eu tratei em condições muito boas ainda, desde o início. A maioria dos outros são doentes que já estão com o HIV há 3, 5, 8 anos, é diferente. Esse foi logo no início, vamos dizer, com 2 meses de HIV que eu comecei o tratamento.

PACIENTE COM HEPATITE C


Ele se deu muito bem, conseguiu controlar a doença. Não teve progresso nenhum a doença, ao longo de anos e vem se dando muito bem com a AH. Ele não chegou a fazer uso destes tratamentos modernos que é o Interferon Peguilado, (…) ele não está negativado, apenas não tem mais sintomas de qualidade nenhuma, tem as provas de atividades hepáticas muito boas, sempre normais. Mas os marcadores de vírus, permanecem e isso vai permanecer o resto da vida, porque em todos os casos de hepatite sempre os marcadores permanecem. (…)

USO ASSOCIADO DA AH COM ASCARIDIL


O Ascaridil é um medicamento que é usado para vermes. A matéria-prima genérica chama-se: Cloridrato de Levamisol. O uso peculiar do Ascaridil foi descoberto por acaso, por médicos americanos fazendo uma campanha contra a verminose na população mais pobre da Califórnia. (…) Os pacientes com Leucemia tinham melhorado durante a campanha. Eles resolveram estudar o Cloridrato de Levamisol e descobriram que ele tinha um enorme potencial de estímulo imunológico, e funcionava em uma série de doenças, em herpes simples, herpes zoster e até em hanseníase, artrite reumatóide e também em câncer. Ele estimula o sistema imunológico, como coadjuvante da quimioterapia e da radioterapia. Mas o produto com esta finalidade que se chamava Estimamizol, foi retirado do mercado. Tenho a cópia do Estimamizol num dicionário de especialidade farmacêutica. (…) os dois são o mesmo medicamento, com a mesma matéria prima: Cloridrato de Levamisol, na mesma dosagem, então eu substituo com o Ascaridil, mas o paciente leva uma xerox das 2 indicações; de verminose e de estímulo imunológico (…) E eu indico para pessoas que também tem infecções viróticas muito freqüentes, estão sempre gripadas e funciona muito bem.


(…) Agora, somando o Cloridrato de Levamisol à Auto-hemoterapia, um modulando a ação do outro. O Levamisol funciona muito bem nas doenças auto-imune. (…) é só tomar dois comprimidos por semana durante 8 semanas depois dá um intervalo, de um mês para descansar, liberar o organismo do produto, e depois faz outra vez (…)



 

Auto-Hemoterapia Conversa com Dr Luiz Moura 

 

 

Copiado e adaptado do site Cura Alternativa:

http://curalternativa.x4ids.com.br/?page_id=24

publicado por auto-hemoterapia às 14:25

09
Fev 11

 

Uma razão para continuar a viver


(A DOENÇA INVISÍVEL)


Nos últimos meses de 2004, meu mundo se transformou para sempre.


Foi o início de uma série consecutivas de lesões corporais e dores crônicas, todas aparentemente sem lógica alguma. Inclusive para as equipes médicas às quais me submeti. Nesta época eu residia nos Estados Unidos e procurei por auxílio especializado em Mesquite, Richardson, Parkland Hospital a até Baylor… Sem falar nos consultórios de especialistas particulares como a Hamptom Clinic. Exames e mais exames e os resultados nunca apresentavam qualquer diagnóstico conclusivo.


Com muita boa vontade Divina e com o auxílio de meu marido, na época do ocorrido, fui diagnosticada portadora de HS (Hidrosadenite Supurativa) e Ictiose. Duas doenças raras, auto-imunes e avaliadas mundialmente pela área de saúde como incuráveis.


Foi então que me ocorreu que eu seria um grande peso para todos, que por qualquer razão do destino, eu arruinara a minha vida e a das pessoas a minha volta.


Por que não morrer, pensei angustiada, e poupar a todos um monte de problemas? Tinha vergonha de mim mesma e da imagem que via no espelho. Não me reconhecia mais. Ao mesmo tempo em que aguardava ansiosa por uma visita amiga com quem pudesse desabafar; fugia do mundo e ficava ali deitada, vegetando, olhando para as paredes, imaginando o futuro incrédulo.


Quando por fim, já dopada de muita medicação, eu adormecia. Eu me via limpa de novo, fazendo amor, correndo, representando a minha arte, trabalhando, próxima a família e aos amigos. Ao acordar percebia que nunca mais faria nada daquilo novamente. Estava apenas ocupando espaço neste mundo.


Um dia então meu marido entrou no quarto, fitou-me os olhos e disse: – Essa enfermidade veio parar na pessoa errada. Não importa o que aconteça você continua sendo você e eu a amo e estarei contigo até o fim, seja ele qual for! Mas tenho certeza de que ela jamais lhe derrotará.


Foi quando percebi que no fundo eu não queria desistir, que eu queria voltar a ter uma vida normal e que a crença dele de que eu poderia ser a “mulher maravilha” era mais forte do que a que eu tinha de mim mesma.


Uma enfermidade como a minha muda bruscamente um casamento. Adéquam-se as formas de se relacionar, mas também intensifica o sentimento que já existia. Disse a ele uma vez: – Isso está muito além dos votos do casamento: “na saúde e na doença”. Ele disse: – Eu sei! Mas continuo te amando apaixonadamente exatamente da mesma forma quando te vi pela primeira vez descendo saltitante, afobada por aquelas escadas, naquele posto de gasolina tarde da noite… Você continua tão linda e fascinante quanto naquele dia e desde então eu quis me consagrar teu cavalheiro e assim será até que Deus nos permita, porque a amo.


Mas a sensação de impotência era difícil de suportar.


Por inúmeros motivos decidi, a contra gosto do meu marido, retornar ao Brasil. Minha filha era a única fonte de vida que mantinha a minha esperança acesa nessa altura dos acontecimentos. Já havia me submetido a inúmeros tratamentos e aproximadamente 8 cirurgias. Um dia estava acamada e ela se aproximou de mim e disse: – Mamy, eu não tenho vergonha de você. Ás vezes você não pode andar, ás vezes nem pode me levar à escola, mas você ainda pode sorrir e você é minha mãe. Você vai ficar boa, não vai?


Creio que foi a primeira vez depois de muito tempo que dei boas risadas; e prometi a ela que eu iria ficar boa novamente sim e que passearíamos juntas, lindas e orgulhosas!


Dos Estados Unidos ao Brasil, nenhum tratamento surtia efeito positivo. Por “n” frações de segundos já desejei que um gênio da lâmpada mágica me fizesse desaparecer.


Mais ou menos nessa época tive conhecimento de um procedimento médico altamente criticado e condenado pela Sociedade Brasileira de Medicina, cujo Doutor responsável pela divulgação de uma técnica conhecida por Auto-Hemoterapia estava sendo excluso da profissão por ter seu CREMEB anulado.


Preparei-me então para o desconhecido, que é a fonte de todas as possibilidades. Fiz pesquisas profundas, passei a dominar ao máximo em termos de conhecimento tudo que pudesse me atingir e decidi que as vantagens psicológicas das tentativas superariam qualquer risco físico. Iniciei os procedimentos conforme instruções do Dr. Luis Moura e os resultados positivos me deixaram tão entusiasmada que a palavra “incômodo” deixou de existir no meu dicionário.


Consegui fazer breve contato com a equipe do Dr. Luis Moura e muito embora o que me foi reportado não tenha sido muito animador, eu estava decidida que queria voltar a viver, em letras garrafais, maiúsculas, douradas, cravejadas de diamantes com todo o seu esplendor, como diria Arnaldo Jabor.


Eu já tivera algum êxito, mas pelos relatos do Dr. Luis Moura não havia em seu histórico um único caso de cura para a minha enfermidade. Ele disse sim que eu poderia controlar os sintomas enquanto fizesse uso das aplicações, mas cura… Ele sentia muito, mas não poderia ser categórico nesse prognóstico.


Certo dia, absorta em uma das minhas muitas leituras deparei-me com um texto que dizia assim: “o melhor professor seria aquele que não detém o poder nem o saber, mas que está disposto a perder o poder, para fazer emergir o saber múltiplo. Nesse caso, perder é uma forma de ganhar e o saber é recomeçar.” (Affonso Romano de Sant’Anna)


6 longos anos acalentando o inimigo é tempo suficiente para conhecer algumas de suas particularidades; e depois de ter sido cobaia de quase todos os tratamentos imagináveis prescritos por doutores e cientistas, sem sucesso, decidi tornar-me cobaia de mim mesma.


A princípio assusta porque meu conhecimento adquirido na área de saúde advém da minha curiosidade e particularmente sou autodidata. Sou designer por formação.

Mesmo assim, descobri que a fé ás vezes é mais forte que muitas certezas. É a força invisível capaz de destruir grandes dogmas já estabelecidos na história da humanidade. A receita que decidi executar trata-se de algo inédito por nunca ter sido tentado em qualquer ser vivo. Pelo menos não há qualquer registro histórico deste fato que eu tenha encontrado.

Creio que é fácil imaginar o receio, o temor, o medo dos que próximos estiveram a mim e as dificuldades que tive que transpor para executar os meus propósitos…


Fui tachada de louca, insana, irresponsável, inconseqüente, charlatã, entre outros adjetivos mais agradáveis. Mas a minha crença baseada nos meus conhecimentos e na metodologia que descrevo foi mais forte que os poucos aplausos que guardei. A experiência que titulo “Cobaia de Mim Mesma” ainda não chegou ao fim; mas com as graças e as bênçãos de Deus tenho mais certeza a cada dia que passa que agora comecei a escrever a história do meu sucesso, porque já me sinto livre dessa prisão!

 

download do arquivo em pdf contendo relato da experiência:
Relato-Experiencia

 

Copiado de:

http://hssuffer.wordpress.com/2010/03/03/%E2%80%9Ccobaia-de-mim-mesma%E2%80%9D/

 

publicado por auto-hemoterapia às 13:11

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